Reforma tributária: impactos para empresas e pessoas

A partir de 2027, o Brasil começará uma das maiores mudanças de sua estrutura de tributação sobre o consumo. A reforma tributária criará três novos tributos: a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), de competência federal, o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), de competência estadual e municipal, e o Imposto Seletivo (IS), destinado a determinados produtos e serviços. Ao mesmo tempo, haverá a extinção gradual de tributos atuais, como PIS, Cofins, ICMS e ISS.

Em 2026, CBS e IBS estão em fase de testes, com alíquotas de 0,9% e 0,1%, respectivamente. Para 2027, ainda não existe uma alíquota definitiva, mas uma estimativa divulgada pelo Comitê Gestor considera 9,21% para a CBS e 18,70% para o IBS, totalizando 27,91%. Esse percentual serve para projeções e não deve ser tratado como definitivo.

Outra mudança importante será o Split Payment, sistema pelo qual, nas operações abrangidas, o próprio meio de pagamento poderá separar automaticamente a parcela correspondente ao IBS e à CBS e direcioná-la ao Fisco, fazendo com que o vendedor receba o valor líquido dos tributos. A implementação será gradual e exigirá adaptação dos sistemas financeiros e empresariais.

Para as empresas, a mudança exigirá adaptação de sistemas, formação de preços, contratos e planejamento financeiro. Para as pessoas físicas, os efeitos tendem a aparecer principalmente nos preços de produtos e serviços, embora o impacto não seja necessariamente igual para todos.

Nesse cenário, o planejamento financeiro e a proteção patrimonial ganham ainda mais importância. Para aliviar o peso de obrigações financeiras que podem surgir ao longo da vida, os seguros existem justamente para oferecer proteção diante de situações inevitáveis, imprevisíveis e inesperadas, ajudando a preservar a renda e o patrimônio de pessoas, famílias e empresas.

A Invest e Seguros trabalha para oferecer soluções de proteção e planejamento adequadas às necessidades de cada cliente, ajudando pessoas e empresas a se prepararem tanto para o futuro quanto para os imprevistos que podem comprometer seu planejamento financeiro.

Já a previdência privada pode ser utilizada como instrumento de planejamento de longo prazo, formação de reserva financeira e sucessão patrimonial, de acordo com o produto e a situação de cada pessoa.

Assim, mais do que considerar apenas quanto será pago em tributos, empresas e famílias precisarão avaliar como organizar seus recursos, proteger seu patrimônio e planejar o futuro diante de um sistema tributário que passará por uma longa fase de transição, com o novo modelo entrando gradualmente em funcionamento até 2033.

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